ENGLISH SPACE

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ENGLISH MAKES THE DIFFERENCE

segunda-feira, abril 05, 2010

FUCK - O QUE É

Jack Scholes

FUCK
[ato sexual; trepada]

  • Fuck is a taboo slang word considered very offensive.
  • Fuck é uma gíria-tabu, considerada muito ofensiva.

f.jpgExistem muitas histórias mirabolantes sem comprovação sobre a origem dessa palavra, mas não há dúvida de que ela tem origem germânica, no século XVI – ficken/fucken – “bater” ou “penetrar”. Como palavra impressa, foi proibida durante muitos séculos. Vários escritores tentaram restabelecer a palavra fuck na literatura, mas foi apenas em 1960 que uma editora ganhou o processo no tribunal de justiça, permitindo o uso legal da palavra na publicação do livro Lady Chatterley’s Lover (O amante de Lady Chatterley), escrito pelo autor inglês D.H. Lawrence em 1928. Apesar da proliferação e do uso amplo em todas as camadas da sociedade, a palavra fuck continua sendo uma das palavras mais proibidas da língua inglesa e, mesmo hoje em dia, ela aparece disfarçada em material impresso como f***, ou f-k, ou the F-word.

Apesar de ser considerada ofensiva e vulgar, a palavra fuck é extremamente comum no inglês do dia-a-dia. Seguem alguns exemplos de como a palavra é usada:

  • Fuck!
  • Droga!
  • Fuck off!
  • Cai fora!
  • Fuck you!
  • Foda-se!
  • Fuck all!
  • Porra nenhuma.
  • Fucked.
  • Fodido.
  • A fuck up.
  • Uma bagunça, um fracasso, erro grave.
  • I don’t give a fuck.
  • Eu não ligo a mínima.
  • Don’t fuck with me.
  • Não mexa comigo.
  • What the fuck do you want?
  • Que porra você está querendo?
  • I hate this fucking job.
  • Odeio este maldito emprego.
  • It was a fucking good film.
  • Foi um puta filme.
  • This is fanfuckingtastic!
  • Isso é bom pra cacete!

Cf. Gírias: Trepar
Cf. Mais Curiosidades

Referência: “OK! Curiosidades divertidas do inglês” de Jack Scholes – Editora Campus/Elsevier. Leia a resenha.

Observações deste blog: Não queremos fazer apologia ao uso desta ou de outras expressões pejorativas, e sim, esclarecer e mostrar como , onde e porque usar, como também, não usar tais expressões.

Se um dia qualquer sentir necessidade de usá-la, faça com cautela.

Até porque entendemos que o CONHECIMENTO é bem superior à IGNORÂNCIA.

FONTE: www.teclasap.com.br

ENTERRAR A BOLA ( NO BASKET) - COMO SE DIZ

SLAM DUNK
[barbada – moleza – garantido – líqüido e certo]

Na língua inglesa, “slam dunk” é uma expressão usada no basquete e significa “enterrar” a bola. Trata-se de movimento vigoroso em que o atleta salta acima do aro e empurra a bola com força para dentro da cesta. Essa jogada acontece geralmente quando o jogador está desmarcado e tem a cesta à sua disposição. Conseqüentemente, quando esse lance ocorre durante uma partida, todos têm a certeza de que serão convertidos dois pontos.

Em outros contextos, ela pode tanto significar movimento convincente, potente, vigoroso etc. ou algo tido como praticamente garantido, certo ou inevitável. No mercado de ações, por exemplo, usa-se a expressão “slam dunk” para indicar ação de empresa que acaba de abrir seu capital e que deverá apresentar aumento substancial nos primeiros dias de pregão. Esse papel poderá ser rapidamente vendido por um preço mais alto. Em outras palavras, uma “barbada”.

FONTE: www.teclasap.com.br/blog

domingo, março 28, 2010

ESTRANGERISMOS: PORTUGUÊS PARA O INGLÊS

Quais palavras da língua portuguesa foram incorporadas pelo inglês?

Muitos termos referentes à cultura e culinária brasileiras já constam dos dicionários em inglês

Renata Costa (novaescola@atleitor.com.br)

Muitas palavras originais do inglês foram incorporadas à língua portuguesa, mas o caminho oposto também acontece. Algumas delas já foram definitivamente aceitas no dicionário. Um indicativo disso é a nova edição do Oxford English Dictionary, lançada este ano. É o caso do guarana, assim, sem acento; várzea, definida como a inundação quando o rio sobe; feijoada; feijão; umbanda; fetiche, de feitiço; e lambada. Esta última, com sentido de "agitação".

Outras estão em teste, o que o dicionário define como “draft entry” (algo como “entrada rascunho”), como farofa, telenovela, caipirinha, caipirosca, cachaça, açaí, churrasco e capoeira, entre outras.

Há uma característica interessante na migração de palavras de um idioma a outro. “As palavras brasileiras importadas pelo inglês são sempre relacionadas a traços da nossa culinária e cultura”, explica Vívian Cristina Rio, linguista e consultora do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada (CPDEC). Já muitos vocábulos de língua inglesa incorporadas no português têm, por outro lado, relação com negócios e tecnologia, os famosos jargões.

É interessante observar que todas as palavras “brasileiras” adotadas em inglês são velhas conhecidas nossas, não são invenções novas. A linguista explica que isso indica que o Brasil e sua cultura estão sendo mais difundidos lá fora. “Os dicionários pegam as palavras nos principais veículos de comunicação e outras referências escritas em inglês. Então, isso quer dizer que nos últimos anos tem crescido o número de reportagens e referências ao Brasil no exterior”, explica a linguista.

quarta-feira, março 24, 2010

HEADHUNTER - O QUE É ...


Um headhunter atua na busca por profissionais de perfis pré-estabelecidos.

Ao pé da letra, a expressão de origem inglesa “headhunter” significa caçador de cabeças, uma figura de linguagem que nos permite entender bem do que se trata. Headhunter é um profissional que atua na busca de profissionais com perfis pré-estabelecidos por uma empresa que busca preencher um cargo de alto nível hierárquico.

Os headhunters são contratados por uma empresa para procurar dentro do mercado de trabalho os melhores executivos e profissionais pré-definidos. Isto pode ocorrer de forma sigilosa ou não. Não existe uma formação ou uma maneira pré-estabelecida para se tornar um headhunter, visto que as habilidades necessárias para o desempenho desta função são provenientes de experiências próprias, capacidade de negociação e uma ampla rede social.

Ter uma rede social ampla é a principal ferramenta que o headhunter utiliza para selecionar um candidato e ofertar uma vaga. A ampliação das redes sociais destas pessoas ocorre de forma natural, uma vez que os profissionais, sabendo da existência de um headhunter, procuram se aproximar e estabelecer vínculos que poderão lhe proporcionar um bom emprego futuramente.

Por outro lado, é preciso ter bastante atenção com pessoas que se auto-intitulam headhunters. Em alguns casos, as promessas de ótimos cargos, onde o candidato tem que pagar diversas taxas e cursos, não passam de golpes. Nenhum headhunter cobra nenhum valor de pessoa física, apenas da própria empresa contratante de seus serviços.

Os próprios headhunters acreditam que uma das coisas mais interessantes da profissão é que eles não vendem nada, apenas ofertam oportunidades excepcionais, fazendo com que seu trabalho seja bastante reconhecido.

DRIFTING - O QUE É ...


Drifting



É uma arte de direção de carros que se fundamenta em deslizar nas curvas escapando a traseira do carro, girando o volante de forma que as rodas dianteiras fiquem sempre em direção oposta a curva, utilizando o freio de mão para controlar o nível de derrapagem, fazendo o carro andar de lado.

O drifting moderno começou há 30 anos no “All Japan Touring Car Championship races”. Tendo como criador da técnica o piloto japonês, Kunimitsu Takahashi, em 1970, que ficou famoso batendo seu “apex” (ponto onde o carro está mais próximo da curva) em alta velocidade, deslizando na curva e saindo dela com mais velocidade que o normal.

Após essa grande façanha ele ganhou inúmeros fãs que deram início ao drifting japonês.
Muito tempo depois da sua criação o drifting chegou ao Brasil, só começou a ganhar destaque com a popularização do tuning e a chegada de jogos e filmes relacionados. O drift se tornou uma paixão para os brasileiros que curtem aventura e alta velocidade, tanto que está previsto para o primeiro semestre de 2007 o I Campeonato Brasileiro de Drifting.

terça-feira, março 16, 2010

COMO DIZER: MAIS OU MENOS ( em inglês)

More or less

Você sabe como se diz quando algo está "mais ou menos"?

José Roberto A. Igreja*

Mais ou menos

More or less/So, so
Nós, brasileiros, usamos o "mais ou menos" (essa frase "mágica") para quase todas as situações em que não temos uma resposta precisa. Lembre-se de que o equivalente literal em inglês, more or less, nem sempre pode ser aplicado a todas as situações, já que se refere apenas a quantidades:

  • More or less one hundred people attended the environment conference yesterday.
    Mais ou menos cem pessoas participaram ontem da conferência sobre meio ambiente.

  • A: How much does a DVD-player cost?
  • B: Two hundred dollars more or less. [= About two hundred dollars.]
    A: Quanto custa um aparelho de DVD?
    B: Mais ou menos 200 dólares.

    A palavra about, que pode substituir more or less, é bastante comum no contexto acima:
    About one hundred people attended the environment conference yesterday.
    Cerca de cem pessoas participaram ontem da conferência sobre meio ambiente.

    Já quando a idéia não for quantidade?
  • A: Are you feeling cold?
  • B: So, so.
    A: Você está com frio?
    B: Mais ou menos.

    As expressões informais kind of e sort of podem substituir so, so nesse contexto:

    Levantar com o pé esquerdo

    To get up on the wrong side of bed
  • What's your problem? Did you get up on the wrong side of bed today?
    Qual o problema com você? Levantou com o pé esquerdo hoje?

    To get up in a bad mood, que significa literalmente "levantar de mau humor", tem significado muito próximo daquele da expressão informal to get up on the wrong side of bed.

  • *José Roberto A. Igreja é diretor pedagógico da Dialecto English e autor dos livros "How do you say ... in English?" e "Falsos Cognatos - Looks can be deceiving!" (Disal Editora)

    FONTE: www.educacao.uol.com.br

    APRENDER NOVO IDIOMA ONLINE


    Alunos de idioma se rendem a curso online

    Entre as vantagens está a flexibilidade; conversação é habilidade menos trabalhada


    Carlos Lordelo - O Estadao de S.Paulo

    Item indispensável na rotina do professor mineiro Samuel Araújo, de 37 anos, o laptop o acompanhou até mesmo no feriadão de carnaval. Em Barretos, cidade do interior paulista, nada de folia. Ele usou os dias de descanso para rever a namorada, atualizar os e-mails e estudar inglês.

    Matriculado num curso exclusivamente online desde o início do ano, Samuel tenta aproveitar ao máximo os recursos disponíveis na escola virtual. "Já estudei em escolas tradicionais, mas era difícil frequentar as aulas", explica. "Agora posso acessar o site sempre que quiser e tenho aprendido muito."

    A flexibilidade de horário é apontada como o grande diferencial por quem recorre a métodos alternativos de aprendizado de idiomas. São pessoas que precisam estudar uma língua estrangeira, mas não conseguem acompanhar as aulas de um curso tradicional, que, em geral, exige presença em sala de aula. De olho nesse público, algumas empresas oferecem ao aluno a opção de cumprir seu objetivo via internet e até por telefone.

    O professor Samuel Araújo estuda na English Town, que se autodenomina "a maior escola online de inglês do mundo" e está há dez anos em atividade no País. Segundo o gerente-geral Pércio de Luca, a empresa tem mais de 20 mil brasileiros matriculados e recebe cerca de 2 milhões de visitas anuais de pessoas que buscam conteúdo gratuito. "O fato de as pessoas conhecerem cada vez mais a internet mudou os hábitos, e elas passam a reconhecer que o ambiente de aprendizagem virtual pode ser tão ou mais eficiente que o tradicional."

    Segundo ele, o perfil dos alunos é bastante heterogêneo - de jovens universitários a executivos, passando por donas de casa.

    A engenheira Ana Luiza Bergamini, de 39 anos, nasceu nos Estados Unidos, cresceu no Brasil e retornou várias vezes aos EUA. Professora de inglês há sete anos, ela criou, em 2006, o Inglês Online, um diretório de sites em inglês. "No início era um hobby. Comecei a ensinar e vi que quase ninguém conhecia os bons sites que eu encontrava."

    Com o tempo, passou a disponibilizar, gratuitamente, lições, arquivos de áudio e exercícios. "Daí as pessoas começaram a pedir um curso", lembra. No ano passado, planejou o lançamento de um curso e redesenhou o site.

    As aulas da primeira turma, do módulo básico, começaram no mês passado, com 155 alunos. "É para o pessoal que tem mais dificuldade na internet, porque a maioria dos recursos para estudar inglês está em inglês, ou seja, é mais apropriada para quem já tem uma compreensão ao menos intermediária do idioma."

    Algumas escolas de idiomas tradicionais também estão investindo no online. Yázigi e Seven Idiomas têm cursos exclusivamente via internet, enquanto a Cultura Inglesa e o CNA disponibilizam, na rede, exercícios extras para complementar o aprendizado de seus alunos. O CCAA vende um sistema de aprendizagem autônoma, em que o aluno compra o mesmo material didático das salas de aula, estuda e precisa ir à escola mais próxima para fazer avaliações. São elas que determinam o avanço no curso.

    Segundo Marcos Polifemi, diretor pedagógico do Centro de Linguística Aplicada do Yázigi e responsável pela House of English, ambiente virtual criado pela escola para o ensino online, os alunos têm contato com a língua desde o primeiro dia e professores de plantão ajudam a elaborar um plano de estudos. "Mas se o aluno quer aprender a falar, o curso tem fragilidades", admite. Entre elas, o contato reduzido com professores.

    Conversação. O desenvolvimento da habilidade de conversação é o ponto fraco de alguns cursos online, entre eles, o da Seven Idiomas, empresa que representa no País a Net Languages. Cada aluno tem um tutor, professor da Seven, que o acompanha, corrige as redações e conversa com ele, mas apenas por e-mail. "Oferecemos atividades de compreensão auditiva, gramática e interpretação de textos", diz o CEO da Seven, Steven Beggs. "Faz sucesso na internet o curso que oferece mais conteúdo e menos prática.

    quarta-feira, março 03, 2010

    DICTIONARY - COMO USAR

    Conhecendo as palavras e seus usos

    Usando o dicionário

    Celina Bruniera*
    Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
    Você já parou para pensar na quantidade de informações que um dicionário oferece? Num primeiro momento, pode parecer que os verbetes de um dicionário nos dão apenas definições ou sinônimos para as palavras que não conhecemos. Mas eles trazem muito mais que isso.

    Antes de nos referirmos aos dicionários de língua inglesa, analisemos um verbete do Mini Aurélio, um dicionário da língua portuguesa elaborado pelo filólogo e lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

    Ei*va sf. 1. Falha, fenda, rachadura, em vidro ou em louça. 2. Nódoa num fruto que principia a apodrecer. 3. Defeito moral.

    Observe que a palavra eiva aparece separada por um símbolo. Essa separação indica o número de sílabas que compõem o vocábulo. Tal informação pode nos ajudar no momento de escrever um texto a mão e quando precisamos separar a palavra em sílabas por não dispormos de espaço para a palavra completa numa mesma linha do papel.

    Abreviaturas e classes gramaticais
    Notamos, também, a presença de uma abreviatura "sf.", depois da palavra. Ela significa substantivo feminino e quer dizer que a palavra eiva é usada como substantivo feminino na maioria dos contextos em que aparece. Veja que essa informação diz respeito à classe gramatical da palavra, um tema de morfologia, ou seja, "o estudo da estrutura e formação de palavras", de acordo com a definição dada pelo mesmo dicionário.

    Do mesmo modo, podemos encontrar diante das palavras abreviações como pret., que significa pretérito, v.t. que significa verbo transitivo, entre outras. Para o leitor saber o que significa cada uma das abreviaturas, os dicionários apresentam uma lista com seus significados nas primeiras páginas do volume.

    Depois disso, damo-nos conta de que nos mais diversos contextos em que a palavra eiva aparece, geralmente, ela veicula um dos três sentidos evidenciados pelo dicionário. Para atribuirmos um dos três sentidos a essa palavra, porém, é necessário analisá-la a partir de um contexto. Só assim, poderemos checar se eiva é uma falha em um vidro ou em uma louça, uma nódoa num fruto que começa a apodrecer, um defeito moral ou, ainda, se o autor do texto lhe deu um significado diferente, ou seja, se a palavra eiva aparece com um sentido conotativo, que geralmente não encontramos nos dicionários.

    Dicionário bilíngüe
    Assim, podemos concluir que o dicionário pode ser uma fonte de pesquisa muito rica. E essa mesma análise que fizemos aqui usando um dicionário da língua portuguesa, pode ser feita com as palavras de um dicionário inglês-português, português-inglês.

    Suponhamos que você não tenha entendido o sentido que o termo "plays" tem no seguinte texto:

    Shakespeare wrote at last thirty-seven plays. Apesar de saber que se trata de um trecho da biografia de William Shakespeare, um famoso dramaturgo inglês, e de entender o sentido das outras palavras que o compõem, você ainda tem dúvida. Recorre, então, ao dicionário onde não encontra plays exatamente, mas:

    PLAY [plei] v. jogar, brincar, jogar, representar. s. jogo, divertimento, brinquedo, recreio, diversão, brincadeira, gracejo, peça, comédia.

    Além dos diferentes sentidos que a palavra play pode adquirir nos mais variados contextos, o verbete veicula outras informações. Entre colchetes, encontra-se o modo de se pronunciar essa palavra. A partir de uma referência à sonoridade que as letras têm na língua portuguesa, criou-se um código por meio do qual o aprendiz de inglês pode tirar suas dúvidas sobre pronúncia.

    Verbo ou substantivo?
    Além disso, vemos, também, que o verbete traz duas abreviaturas (v. e s.). Numa das primeiras páginas do dicionário, encontramos a lista de abreviaturas usadas nessa edição e o que significam. O v. quer dizer verbo e o s. significa substantivo. Podemos, então, concluir que a palavra play, geralmente, figura como verbo ou como substantivo.

    Ao retornarmos ao breve trecho da biografia de Shakespeare, notamos que nesse contexto plays provavelmente não é um verbo. Analisando sintaticamente a oração, vemos que Shakespeare é o sujeito, em seguida temos o verbo wrote (escreveu) e, então, esperamos encontrar um complemento que, em princípio, deve ser um substantivo.

    Mobilizando outros conhecimentos
    Feita essa análise, podemos ir direto ao trecho do verbete onde figura o s. e procurar, entre os sentidos apresentados, aquele que seria mais adequado ao contexto com que estamos lidando. Nesse momento, é fundamental usarmos todo o nosso conhecimento sobre Shakespeare, o texto biográfico e o seu contexto de elaboração.

    Já havíamos dito que Shakespeare foi um famoso dramaturgo. Um dramaturgo escreve peças de teatro. Esse dado nos aproxima do sentido que a palavra plays adquire no texto. Checamos, então, se no contexto em questão plays poderia ter esse significado. Shakespeare escreveu ao todo 37 peças. Sim, faz sentido.

    O uso correto do dicionário é um procedimento a ser aprendido. Pesquisas bem feitas nesse material podem nos ensinar muito sobre a língua inglesa. No entanto, é importante o aluno ter em mente que, em inglês, uma palavra pode significar muitas coisas diferentes. Por isso, o conhecimento do contexto em que essa palavra se insere torna-se determinante para a compreensão do seu sentido.

    * Celina Bruniera é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem*
    »Dicionário inglês-inglês

    CURIOSIDADES - CURIOSITIES

    Anniversary não é birthday

    Wedding e marriage, city e town

    José Roberto A. Igreja*
    Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

    Anniversary and birthday

    O substantivo anniversary não pode ser empregado como "aniversário de nascimento". É usado para referir-se a "aniversário de casamento"; "aniversário de fundação de uma empresa ou instituição"; ou "aniversário de uma cidade".

    Veja os exemplos:

  • The Dawsons are giving a big party to celebrate their wedding anniversary.

    Os Dawson estão dando uma grande festa para comemorar o aniversário de casamento deles.

  • Our company is celebrating its fiftieth anniversary next week.

    Nossa empresa vai comemorar o 50º aniversário de fundação na próxima semana.

    Então, como dizer aniversário de nascimento? Birthday.

  • Did you get many presents for your birthday?

    Você ganhou muitos presentes de aniversário?

    Marriage and wedding

    Em português, casamento pode designar tanto a instituição quanto a cerimônia, certo? Em inglês, há duas palavras para isso.

    Com o sentido de "instituição do casamento", diz-se marriage.

  • Peter and Maggie's marriage lasted only two years, since Peter was too jealous and Maggie decided to break up.

    O casamento de Peter e Maggie durou apenas dois anos, já que Peter era ciumento demais e Maggie resolveu separar-se.

    Com o sentido de "cerimônia de casamento", diz-se wedding.
  • Over one hundred people attended Tom and Liz's wedding.

    Mais de cem pessoas foram ao casamento de Tom e Liz.

    City and town

    O substantivo city é usado para cidades grandes e importantes:

  • "I sometimes wish I could move away from this crazy city to a calmer town in the countryside", Mike told his friends.

    "Às vezes eu tenho vontade de me mudar desta cidade louca para uma cidadezinha mais calma no interior", Mike disse aos amigos.

    O substantivo town é normalmente usado para cidades pequenas, maiores que uma village (aldeia, povoado), mas menores que uma city:

  • Greg had a hard time getting used to living in New York since he grew up in a small town.

    Foi difícil para Greg acostumar-se a morar em Nova York, já que ele cresceu numa cidade pequena.
  • ( A DIFERENÇA ENTRE CITY E TOWN TAMBÉM É RELACIONADA AO FATO DE QUE :
    CITY SE REFERE A CIDADE ONDE HÁ A RESIDÊNCIA EPISCOPAL ( DO BISPO) , ENQUANTO TOWM NÃO POSSUÍ ESTA RESIDÊNCIA)

    sábado, fevereiro 27, 2010

    BRONZEAR - COMO DIZER EM INGLÊS

    Este é o original de um anúncio que se tornou um clássico da propaganda, veiculado inicialmente em revistas norte-americanas, no verão de 1954. Sabe o que significa "Tan, d?ont burn"? É "bronzeie, não queime".

    BED OF ROSES - O QUE SIGNIFICA

    Você é fã de Bom Jovi? Já escutou o disco "Bed of Roses"? É bem provável. Mas você sabia que essa expressão não pode ser traduzida literalmente? A tradução correta de "bed of roses" é a nossa locução "mar de rosas", mesmo que o significado de bed seja "cama". Conheça outras expressões idiomáticas do inglês contemporâneo, como "curfew" e "shelf-life"

    quinta-feira, fevereiro 25, 2010

    ESCOLA BILÍGUE PARA BEBÊS ( QUANTO PAGAR)

    Escola bilíngue para bebês custa até R$ 5.388 por mês


    da Folha Online

    Hoje na Folha Fundada há três anos, a escola mais cara da cidade de São Paulo tem apenas 36 alunos com idades entre zero e três anos, e chega a cobrar até R$ 5.388 de mensalidade para um período de até 11 horas diárias. A informações é da reportagem de Fabiana Rewald, publicada na edição desta quinta-feira da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

    De acordo com o texto, a mensalidade no Primetime Child Development, que se autodenomina um "learning center" --algo como centro de aprendizagem-- depende da carga horária e começa em R$ 2.996, para quatro horas diárias. O valor inclui alimentação e o material usado --que, em sua maior parte, do creme dental aos livros e brinquedos do playground, é importado.

    As turmas têm no máximo três crianças, aponta a reportagem, para que "potencial de cada uma delas seja desenvolvido ao máximo" --frase que é quase um mantra, repetido pela direção e por pais de alunos. Já os professores, que são chamados de educadores têm ensino superior e passam por um curso de um mês para se familiarizar com a metodologia.

    ESCOLA BILÍGUE PARA BEBÊS ( QUANTO PAGAR)

    Escola bilíngue para bebês custa até R$ 5.388 por mês


    da Folha Online

    Hoje na Folha Fundada há três anos, a escola mais cara da cidade de São Paulo tem apenas 36 alunos com idades entre zero e três anos, e chega a cobrar até R$ 5.388 de mensalidade para um período de até 11 horas diárias. A informações é da reportagem de Fabiana Rewald, publicada na edição desta quinta-feira da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

    De acordo com o texto, a mensalidade no Primetime Child Development, que se autodenomina um "learning center" --algo como centro de aprendizagem-- depende da carga horária e começa em R$ 2.996, para quatro horas diárias. O valor inclui alimentação e o material usado --que, em sua maior parte, do creme dental aos livros e brinquedos do playground, é importado.

    As turmas têm no máximo três crianças, aponta a reportagem, para que "potencial de cada uma delas seja desenvolvido ao máximo" --frase que é quase um mantra, repetido pela direção e por pais de alunos. Já os professores, que são chamados de educadores têm ensino superior e passam por um curso de um mês para se familiarizar com a metodologia.

    ESCOLA DE IDIOMAS: SAIBA MAIS

    Quer aprender um idioma? Saiba quais são as opções de escolas no Brasil

    Simone Harnik
    Em São Paulo


    Cada um tem seu motivo para aprender um idioma além do português. Há famílias que imaginam oferecer estudo no exterior para os filhos, há jovens preocupados com a inserção profissional e existem também estrangeiros vivendo no Brasil, que buscam na escola um espaço de aprendizado da cultura do país de origem.


    O UOL Educação conversou com representantes dos principais tipos de instituições que ensinam idioma e também com uma psicóloga especializada em aprendizagem. Veja quais são as características dos diferentes tipos de escola:


    QUE TIPO DE ENSINO DE LÍNGUAS? DEPENDE DE SEUS OBJETIVOS

    Arte UOL

    Crianças da pré-escola

    O aprendizado precoce de idiomas facilita na pronúncia final da língua estudada - o que pode ser um atrativo para matricular seu filho em uma escola. Mas qual tipo de instituição escolher?

    Se você pensa em uma bilíngue ou internacional, a orientação da psicóloga educacional da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Marilda Pierro de Oliveira Ribeiro é ficar atento ao corpo docente. "O professor tem de falar muito bem a língua, mas precisa também ser um educador e entender do processo de aprendizagem", afirma.

    Outra dica é se munir de informações sobre o colégio, informa o diretor pedagógico da Escola Cidade Jardim/PlayPen, Lyle Gordon French. "Os pais devem saber qual é a nacionalidade e a formação do diretor, como é a equipe de professores e devem ainda se informar sobre os padrões de ensino que a escola utiliza [para saber como o idioma é ministrado e avaliado]", diz.

    Mas se esse tipo de instituição de ensino não cabe no seu bolso -elas costumam ter mensalidades mais salgadas que as monolíngues-, há escolas de idiomas ou mesmo colégios que oferecem aulas extras de inglês, espanhol, francês. De acordo com Vera Laurenti Bianchini, coordenadora do departamento pedagógico da Fundação Fisk, é preciso observar se as aulas estimulam o lado lúdico e oral das crianças.

    Os pequenos têm facilidade para o aprendizado: "As barreiras emocionais das crianças são menores. Elas estão mais abertas e predispostas a articular fonemas diferentes. Com um bom exemplo, ou seja, um bom professor, elas se darão muito bem", aponta Vera.

    Alfabetização

    Para Marilda, um ponto fundamental é ficar atento ao momento da alfabetização, ou seja, quando a criança começa a aprender a escrever, perto dos seis anos de idade. "É importante que a alfabetização ocorra apenas em uma língua. Depois, o aprendizado de outra é mais fácil", aponta.

    Na escola de Lyle, que é bilíngue, a alfabetização é realizada em português. Só depois de algum domínio da nossa ortografia é que o estudante aprende a escrever em inglês, mesmo já falando e compreendendo sons.

    Ensino Fundamental

    Se você imagina seu filho fazendo ensino médio nos Estados Unidos, por exemplo, pode ser o caso de procurar uma escola bilíngue ou internacional. Em geral, essas instituições oferecem currículos que tenham equivalência com o que é ensinado no exterior.

    Outro nicho das escolas bilíngues são famílias compostas por pai estrangeiro e mãe brasileira ou vice-versa. Isso porque esses colégios estimulam o conhecimento da cultura do exterior.

    Ensino médio

    De acordo com Marilda, ingressar em uma escola bilíngue ou internacional às vésperas do vestibular e sem domínio do idioma pode ser penoso para o estudante.

    Uma alternativa, além das aulas extracurriculares de idiomas, são as escolas tradicionais que oferecem aulas intensivas de línguas e colégios com convênios com outros países.

    Um exemplo é o Pentágono, de Alphaville, na Grande São Paulo. Em um curso específico, a instituição oferece o currículo oficial norte-americano de high school, por meio de um convênio com a Universidade Tecnológica do Texas.

    "O objetivo é formar o aluno que deseja transitar livremente nos Estados Unidos sem nenhum bloqueio linguístico ou de conhecimento", diz o coordenador do curso, Carlos Freitas.

    Segundo ele, os estudantes têm aulas normais das disciplinas do Brasil cobradas no vestibular e mais aulas à tarde, ministradas em inglês por nativos, que dão conta de história e economia norte-americanas, e de outras matérias, como oratória.

    quarta-feira, fevereiro 17, 2010

    VOCABULÁRIO: NOVAS PALAVRAS

    Vocabulário e contexto

    O que é aprender uma nova palavra em inglês?

    Celina Bruniera*

    Quando aprendemos uma língua estrangeira geralmente temos a preocupação de ampliar constantemente nosso vocabulário. Mas, na verdade, não precisamos conhecer tantas palavras quanto de fato acreditamos. Há algumas palavras que não precisamos conhecer. Parece esquisito dizer isso. Pense, no entanto, na quantidade de palavras que existem em inglês nos dias de hoje.

    Como a língua inglesa é a mais utilizada em transações comerciais, financeiras, em situações de troca de conhecimento e para designar descobertas científicas, ela conta com uma enormidade de palavras nos mais variados campos do saber e âmbitos da vida. Há palavras que são utilizadas em campos do saber ou em mundos aos quais não pertencemos e com os quais não estabelecemos interlocução. Essas palavras não precisam constituir nosso vocabulário. Pelo menos nesse momento. Se precisarmos delas no futuro, teremos chance de aprendê-las.

    Nosso repertório
    Outras palavras não fazem parte do nosso repertório de produção lingüística, ou seja, não as utilizamos para falar, nem para escrever. Apenas entramos em contato com elas quando as lemos ou quando as ouvimos. Nesse caso, importa saber entendê-las no contexto em que elas estão sendo usadas.

    Leia o texto que selecionamos e veja que você precisa conhecer poucas palavras para entendê-lo.

    A tortoised is a shelled reptile famed for its slowness and longevity. The Giant Tortoised of the Galapagos may attain over 1.5 metres in length and have a lifespan of more than 150 years.

    Poucas palavras do texto podem ser suficientes para que você compreenda o que há de mais significativo nele. Procure ler o texto a partir apenas das palavras sublinhadas. Observe que elas oferecem uma descrição do tamanho e da longevidade das tartarugas e mencionam a procedência delas. Isso basta para que você se aproxime do que há de mais relevante no texto.

    Há outros vocábulos, no entanto, que temos a necessidade de conhecer, que são utilizados nos mundos ou campos de saber de nosso interesse e circulação e que, muito provavelmente, farão parte de nosso repertório lingüístico, quer dizer, são aquelas palavras que utilizaremos para nos expressar e nos comunicar. Em relação a estas, devemos ter mais atenção e procurar desenvolver formas de nos aproximar delas.

    A palavra no contexto
    Conhecer uma nova palavra não significa conhecê-la isoladamente. É preciso conhecer as palavras com as quais ela pode vir associada, sua pronúncia e algumas de suas características gramaticais. A melhor forma para que nos familiarizemos com todos esses aspectos é tentar aprender novas palavras a partir dos contextos em que elas geralmente figuram. Daí a importância de ter um contato rico com os textos originais (orais e escritos). Eles são os melhores difusores de novas palavras ou dos novos sentidos que você pode atribuir a elas.

    Aprender palavras em contextos particulares significa dar um tratamento especial à leitura. Por meio da leitura é que palavras que antes não faziam parte de nosso repertório passam a fazer. Porque o processo de ler, que é entendido aqui como um processo de atribuição de sentido ao texto, consiste num momento em que o leitor estabelece relações entre o que ele já sabe e o que ele lê e entre os vários elementos que compõem o texto. É, portanto, um processo ativo e que deixa marcas naquele que se dispõe a realizá-lo.

    Ler para aprender
    Quando lemos um texto não temos a necessidade de entender cada palavra ou expressão. Selecionamos o que é realmente importante para podermos atingir o objetivo que tínhamos no início da leitura. E, claro, cada objetivo de leitura exigirá um determinado nível de aprofundamento do conhecimento lingüístico e textual. "Ler para aprender" requer uma leitura muito mais detalhada, do que ler para apreciar um texto. Neste último caso, o aprofundamento da leitura depende da curiosidade do leitor, mas não influirá tanto no resultado do processo.

    O mais significativo nesse movimento de conhecer novas palavras é justamente pensar no que há além delas. Quer dizer, pensar que elas são usadas em contextos particulares, com sentidos também particulares e que a elas podem ser atribuídos outros sentidos ao longo do tempo por diferentes grupos de pessoas.

    * Celina Bruniera é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem.

    VOCABULÁRIO: COMO ORGANIZAR NOVAS PALAVRAS

    Vocabulário (2)

    Dicas para organizar as novas palavras que você aprende

    Celina Bruniera*

    Organizar o novo vocabulário que aprendemos a cada aula de inglês é uma tarefa bem difícil. Porém, se não o organizamos de alguma forma, a impressão que temos é de que as palavras com as quais entramos em contato (numa atividade de leitura ou de listening) não encontrarão lugar na nossa memória. Este artigo pretende justamente fornecer-lhe uma série de sugestões para organizar esse vocabulário.

    Uma maneira muito antiga de organização é obter um caderno no qual você possa escrever as palavras em ordem alfabética. Há a possibilidade de organizar esse caderno pela palavra em inglês e colocar ao lado dela as várias traduções encontradas nas situações em que essa palavra apareceu. Em seguida, podem-se escrever frases com essas palavra nas quais figurem todos os sentidos conhecidos. Nem é preciso dizer o quanto isso é útil em termos de memorização.

    Grupos de palavras
    Uma outra alternativa é organizar o novo vocabulário no caderno por grupos de palavras e não em ordem alfabética. Pode-se fazer uma lista de cores, de frutas, de legumes, de roupas, de lojas, de verbos, etc. É possível, também, relacionar o uso dos verbos com algumas dessas coisa. Por exemplo, com as frutas, pode-se colocar verbos como descacar (to peel), espremer (to squeeze), coar (to strain) entre outros.

    Há formas, também, de criar situações por meio das quais tentamos estabelecer o máximo de relações possíveis entre palavras novas com o objetivo de atribuir sentido a elas e guardá-las na memória. Quando se aprende uma nova palavra, pode-se procurá-la no dicionário com o intuito de saber mais sobre ela e sobre palavras da mesma família. Por exemplo, ao aprender actor, você pode pesquisar no dicionário como seria atriz (actress), ação (action), ativo (active), etc.

    Vocabulário visual
    Nesse mesmo sentido, podemos utilizar um picture dictionary no qual as palavras já estão organizadas por situação ou objeto, por exemplo, as peças de um carro onde você encontrará steering wheel (direção), brake (freio), accelerator (acelerador). Essa pesquisa nesse dicionário pode ajudá-lo a ampliar o vocabulário aprendido e a visualizar a grafia das palavras. Aqui no Lição de Casa, você encontra um exemplo disso em Vocabulário visual (1), (2), (3) e (4).

    Uma dica muito importante nesse sentido de ampliação do vocabulário é intensificar a leitura. Procurar ler muito, ter sempre um livro na bolsa ou na mochila para aqueles momentos em que a espera é necessária. Há clássicos da literatura inglesa com boas versões adapatadas sem que elas resultem em reduções que colocam em risco a qualidade da obra. E há também os originais para aqueles que já têm um domínio maior da língua. São leituras fundamentais:

    Leituras básicas
    "Animal Farm", de George Orwell, "Brave New World", de Aldous Huxley, "Dr. Jekyll and Mr. Hide", de Robert Louis Stevenson, "Mrs. Dalloway", de Virginia Wolf, "Pride and Prejudice", de Jane Austen, "The Invisible Man", de H. G. Wells, "The Human Factor", de Graham Greene, "Silas Marner", de George Eliot, entre muitos outros.

    A leitura pode ajudá-lo a conhecer as palavras em contextos originais de uso da língua. Mesmo que nos clássicos da literatura elas apareçam em contextos particulares em virtude do sentido que o autor quis dar a elas, essa é a experiência mais rica para um aprendiz do inglês e de qualquer outra língua. Uma língua se aprende se aproximando da cultura de um povo.

    *Celina Bruniera é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem.

    PRECONCEITO: NÃO PASSE ADIANTE...

    Variedades lingüísticas (1)

    Preconceito e uso da língua

    Celina Bruniera*

    Reprodução

    Cartaz de antiga organização de racista norte-americana

    Em lugares diferentes, em grupos sociais diferentes, entre pessoas de gerações diferentes encontramos um grande número de variedades lingüísticas, ou seja, encontramos diferentes usos de uma mesma língua. Embora tenhamos mais facilidade de perceber isso no que diz respeito ao português, esse é um fenômeno que ocorre em relação às mais diversas línguas.

    No entanto, ao mesmo tempo que reconhecemos a existência de variedades lingüísticas, tendemos a considerá-las a partir de uma escala de valor, que muitas vezes revela um caráter discriminatório em relação ao uso que grupos sociais fazem da língua. Este surge, então, como errado, inaceitável, engraçado, etc.

    Veja, por exemplo, o texto publicado em Spectrum, organizado por Michael Swan, Cambridge University Press, 1980, p. 68 e reproduzido aqui:

    "Face, facts, man _ you're an underprivileged black radical left-wing unemployed person of no fixed address with an Irish accent _ of course you're guilty!"

    Suspeitos habituais
    Observe que a entonação da variedade irlandesa do inglês compõe um texto em que a posição de classe, a raça, a escolha política, o fato de estar desempregado e de não possuir endereço fixo, para aqueles que não sabem como conviver com as diferenças e respeitá-las, se constituem em elementos que desabonam a conduta de alguém a ponto de considerá-lo culpado (supostamente por algum ato socialmente reprimido). A origem dos preconceitos está, freqüentemente, na dificuldade que muitas pessoas revelam em aceitar que os outros possam ser diferentes. E isso se dá até mesmo em relação ao uso que fazemos da língua.

    Práticas sociais
    Muito da legitimidade social que tem uma variedade lingüística em detrimento de outra pode ser compreendida por meio da análise de outras questões que não a lingüística propriamente dita. São questões que revelam o lugar que determinados povos, grupos ou pessoas ocupam no imaginário popular, ou seja, a forma como aprendemos (socialmente e historicamente) a considerar o outro e a nos relacionarmos com ele.

    Quando propomos que o estudo lingüístico seja tomado a partir das práticas sociais e com base na idéia de adequação da linguagem às situações de comunicação em detrimento de uma perspectiva centrada na língua culta e no erro, estamos considerando a existência de uma multiplicidade de usos da língua e, portanto, valorizando os sentidos que os sujeitos atribuem a ela.

    Nesse sentido, quando buscamos estabelecer a interlocução com alguém ou com um grupo de pessoas, estamos procurando nos fazer entender e, sobretudo, nos dispondo a conhecer o outro, sua forma de ser e de pensar, e a compreendê-lo. Há nesse movimento mediado pela linguagem, uma aproximação entre pessoas diferentes, que fazem uso da língua de maneira diferente e cujo uso pode revelar as concepções de mundo, do outro e de si mesmo que esses sujeitos compartilham.

    * Celina Bruniera é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem.

    GRAMPEAR TELEFONE: COMO SE DIZ EM INGLES

    Tap

    A expressão inglesa para grampo telefônico

    José Roberto A. Igreja*


  • 2) Grampear linha telefônica To SE

  • Susan suspected that her phone line had been tapped.
    Susan desconfiava de que sua linha telefônica tivesse sido grampeada.

    3) O substantivo tap também é usado com o significado de "grampo telefônico":
  • The detectives had put a tap on the suspect's phone line and found out where the gang was hiding.
    Os investigadores tinham colocado um grampo na linha telefônica do suspeito e descoberto onde a quadrilha estava escondida.

    4) O termo bug também pode ser usado para referir-se a "grampo telefônico", mas é menos restrito, podendo ainda referir-se a um aparelho de escuta que é colocado secretamente em algum lugar. O verbo correspondente é to bug:
  • The meeting room had been bugged by a spy, and classified information had leaked out.
    A sala de reuniões havia sido grampeada e informações confidenciais tinham vazado.

    5) To wear a wire significa "usar aparelho de escuta escondido na roupa":
  • By wearing a wire, the spy recorded secret information.
    O espião gravou informações secretas usando aparelho de escuta escondido na roupa.

  • *José Roberto A. Igreja é diretor pedagógico da Dialecto English, www.dialectoenglish.com.br e autor dos livros How do you say ... in English ? e Falsos Cognatos - Looks can be deceiving! (Disal Editora).

    terça-feira, fevereiro 09, 2010

    POSSESSIVE PRONOUNS - PRONOMES POSSESSIVOS

    POSSESSIVE PRONOUNS - PRONOMES POSSESSIVOS

    MINE > MEU - MINHA (S)
    YOURS> SEU, SUA (S)
    HIS> SEU, SUE, DELE ( REFERE-SE A UM HOMEM)
    HERS> SEU, SUA, DELA (REFERE-SE A UMA MULHER)
    OURS> NOSSO, NOSSA (S)
    THEIRS> SEU, SUA, DELE, DELA, (S) (REFERE-SE A HOMENS, MULHERES, COISAS, ANIMAIS)

    Pronomes possessivos evitam a repetição de um substantivo ex. That car is mine!

    Concordam com o possuidor e não com o objeto possuído ex. She has a dog. Her dog is black.

    Nunca se usam com o artigo ex. My dog = o meu cachorro; mine = o meu.

    Os possessive pronouns vêm no lugar dos substantivos. Os possessive adjectives precedem os substantivos ex. But my dog is white. Mine is white.

    Possuidor Possessive Adjectives Possessive Pronouns

    I

    my car s)

    mine

    You

    your ticket (s)

    yours

    He

    his pen (s)

    his

    She

    her book (s)

    hers

    It

    its name (s)

    ----

    We

    our friend (s)

    ours

    You

    your pencil (s)

    yours

    They

    their cat (s)

    theirs

    POSSESSIVE PRONOUNS - PRONOMES POSSESSIVOS

    Pronomes possessivos: EM INGLÊS TEMOS 7 PRONOMES POSSESSIVOS, ELES INDICAM POSSE E SE REFEREM AOS PERSONAL PRONOUNS ( PRONOMES PESSOAIS)

    Pronomes possessivos evitam a repetição de um substantivo ex. That car is mine!

    Concordam com o possuidor e não com o objeto possuído ex. She has a dog. Her dog is black.

    Nunca se usam com o artigo ex. My dog = o meu cachorro; mine = o meu.

    Os possessive pronouns vêm no lugar dos substantivos. Os possessive adjectives precedem os substantivos ex. But my dog is white. Mine is white.

    Possuidor Possessive Adjectives Possessive Pronouns

    I

    my car s)

    mine

    You

    your ticket (s)

    yours

    He

    his pen (s)

    his

    She

    her book (s)

    hers

    It

    its name (s)

    ----

    We

    our friend (s)

    ours

    You

    your pencil (s)

    yours

    They

    their cat (s)

    theirs